Relatos Umbandistas - André Cozta e Pai Thomé do Congo

Relatos Umbandistas - André Cozta e Pai Thomé do Congo

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Resenha: Nesta obra psicografa por André Cozta encontramos 7 relatos de espíritos que foram médiuns de Umbanda enquanto estavam encarnados, mas que por motivos diversos não conseguiram lograr êxito em suas missões.

A principal mensagem de Relatos Umbandistas é quanto ao fato de que médiuns devem estar atentos a sua mediunidade, não deixando pra depois o que podem fazer ainda hoje.

Nos relatos desses 7 irmãos podemos verificar casos de vaidade, procrastinação, falta de conhecimento, comodismo, medo, falta de fé e de confiança. É um alerta a todos que estão trabalhando na seara umbandista!

O livro contém 100 páginas e  foi prefaciado pelo sacerdote Alexandre Cumino. André Cozta é médium e mago iniciado na Magia das 7 Chamas Sagradas.

Ficha Técnica:
Médium: André Cozta
Espírito: Pai Thomé do Congo
Páginas: 100
Gênero: relatos

Comentário: O livro é bem fininho e a linguagem empregada é de fácil compreensão. Como citado acima, é um alerta a todas as mediunidades, trazendo exemplos reais do que devemos evitar para alcançarmos um melhor aproveitamento dessa abençoada missão.

Trecho:
Eu era uma mulher vaidosa. Porém, em contraponto a essa vaidade, sentia prazer em auxiliar as pessoas. (...) Sentia necessidade de "contar vitórias, relatar às pessoas meus feitos no trabalho que realizava como médium umbandista. (...) Convidava pessoas para irem às sessões, dizendo sempre que a casa era ótima e que se sentiriam muito bem lá, mas o meu verdadeiro intuito era de que elas assistissem-me atuando, como se eu fosse uma atriz (...) Tomada pela vaidade, fui afastando meus guias de mim (..) A situação chegou a um ponto em que pouquíssimas pessoas procuravam-me durante os trabalhos.(...) Aos 50 anos, já havia rodado por tantas casas que me encontrava desiludida com a prática religiosa e mediúnica. (...) Tornei-me uma dona de casa triste, deprimida e passei a tomar alguns remédios. (...) Assim fui vivendo até os 65 anos, quando faleci. (...) Relato isso a todos os irmãos umbandistas para que se mantenham atentos! (VAIDADE, UMA ARMADILHA PARA O MÉDIUM - relato enviado pelo espírito Sarah. Páginas de 77 a 87)

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