Conto de Aruanda - Gregório Lucio

Conto de Aruanda - Gregório Lucio

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Conto de Aruanda - Gregório Lucio 10 6 99
Esta obra é um lançamento e de autoria de Gregorio Lucio. Trata-se de um romance mediúnico umbandista, ditado pelo espírito Clara. Está disponível para download gratuito neste link.

A história se passa em um vilarejo na cidade espiritual Aruanda, muito conhecida de nós umbandistas. Clara apresenta-se como uma jovem de 19 anos de idade. ...Sorridente. Estatura baixa, cabelos encaracolados, presos para trás, com simplicidade. Pele morena. Olhos pretos e arredondados. Vestido estampado em cores claras.(pg 6)

Clara está em aprendizado e vai transmitindo ao autor suas vivências junto aos seus mentores espirituais que trabalham na seara umbandista.

Iremos conhecer as histórias da benzedeira Izaldina, do médium João - que era dado a bebida, de Ana Maria - uma fumante compulsiva, dentre outros, bem como Clara irá descrever lindos trabalhos realizados tanto num terreiro aqui na Terra como na contraparte astral.

É um livro singelo e agradável de ler, com linguagem de fácil compreensão e com explicações bem interessantes sobre a Umbanda.

Trechos
Na Aruanda não há tempo, assim como há no mundo dos homens. Mas era tempo de algumas décadas atrás. Na Terra, em torno da década de 1950. E, naquele recanto de Aruanda, chovia abundantemente. A paisagem verde e montanhosa, preenchida por árvores, contorna e protege aquela comunidade que se estende ao longo do vale. Outro mundo. Quase um mundo mágico. Naquele dia, as claridades que vinham do céu encontravam-se com as gotas suaves, formando uma aura dourada que iluminava a atmosfera, como a purificar ainda mais aquele ambiente já tão carregado de energias sutis e curadoras. (Prólogo)
Colhemos, junto de irmão Marcos, as folhagens das quais brotavam pequenas flores em forma de trevo, em cor azul escura. Exalavam um aroma cítrico, algo amadeirado que se espalhava por todo o ar, inebriando o perfume. João, Ana e eu carregamos as folhagens para o centro do Vilarejo e as depositamos ao lado da grande Pedra Angular, conforme o ritual cotidiano de partilha dos bens da comunidade, ao qual já estávamos habituados.(pg 158)
1 Comments
Comments
  1. Juliana, algumas páginas desse livro não carregaram, pra vc baixou normal?
    obrigada

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