A força do destino - Mônica de Castro e Leonel

A força do destino - Mônica de Castro e Leonel

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Lançamento da Editora Vida & Consciência, este é o mais recente romance de Mônica de Castro ditado pelo espírito Leonel.

Nesta obra iremos conhecer as histórias de Jaqueline e Alícia, duas jovens que vivem em tempos diferentes mas em mundos paralelos.

Jaqueline, ainda criança, é abusada pelo tio e padrasto e acaba fugindo com o irmão para o Rio de Janeiro. Sozinha e sem dinheiro, passa a trabalhar como prostituta até que se torna amante exclusiva de um deputado federal, um homem sádico que só sente prazer agredindo suas vítimas.

Já Alícia é formada em arquitetura, casada com Juliano e filha de um médico geneticista muito bem sucedido. Aos 20 anos descobre que teve uma irmã gêmea xipófaga que morreu na cirurgia de separação. Esta surpreendente revelação levará Alícia a desvendar alguns mistérios de sua vida, especialmente as visões que tem com uma moça do passado.

A história é mais complexa do que nos romances anteriores de Mônica de Castro, pois irá tratar da existência de realidades paralelas. Os primeiros capítulos são tensos, devido aos constantes abusos sofridos por Jaqueline. Mas é um romance que vale a leitura, pois nos faz refletir além do que já estamos acostumados a pensar sobre o mundo espiritual.

A arte gráfica é excelente, com letras grandes e fundo branco. O livro possui 463 páginas.

Trechos:
-Provavelmente quando alguém tem uma premonição ruim, isso não acontece para atiçar sua curiosidade nem para fazê-la sofrer. Se a alguém foi dada a oportunidade de ver o mal que se aproxima, é porque o individuo tem a chance de modificá-lo e transformá-lo num bem. É por isso que tudo pode ser modificado. Em cada dimensão, o que se vive é o presente, independente da época que se vive em outra.
- Se eu posso acessar o passado através de uma regressão, posso me lembrar do que aconteceu na minha dimensão e evitar que o mesmo se repita na dimensão de Jaqueline?
- Sim. (pg 217)
Havia coisas que não eram mais comuns no século em que Denise vivia. Atropelamento era uma delas, já que não havia mais motoristas humanos. Os carros eram todos automáticos, controlados por computador (...) As doenças aflitivas e fatais dos séculos precedentes haviam sido erradicadas. Aids, tuberculose, dengue, ebola, hepatite, pneumonia, câncer e outras de efeitos devastadores tornaram-se parte dos anais históricos da medicina. (...)
O ser humano encarnava não mais para sofrer, mas para se reencontrar consigo mesmo. (pgs 281 e 282) 




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